Sejam Bem Vindos ao BLOG da IEAB DF -Taguatinga QNM 42 Area Especial "A" - Ano 5/2009-2013

QUEM SOMOS


1ª Parte - Como nasceu o Avivamento Bíblico

De modo oficial, podemos dizer que o Avivamento Bíblico nasceu a 7 de setembro de 1946, em meio aos eucaliptos que havia no pátio, aos fundos da Faculdade de Teologia da Igreja Metodista do Brasil, em Rudge Ramos, município de São Bernardo do Campo. Um grupo de irmãos metodistas, das igrejas de Tucuruvi e Vila Mazzei, bairros da capital paulista, estavam crendo no batismo com o Espírito Santo como uma experiência pessoal (e muitos deles já haviam experimentado tal plenitude) e, reunidos nesse local, juntamente com os então seminaristas Mário Roberto LindstronOswaldo Fuentes e Alídio Flora Agostinho, resolveram continuar a Obra iniciada no seio da igreja, sob qualquer circunstância. Esta decisão tornou oficial o Movimento, por isso que essa é a data em que se comemora o seu aniversário.
Esse grupo de irmãos era conhecido por “grupo de clamor” porque orava intensamente por reavivamento no seio da igreja e pregava a experiência da santificação e batismo no Espírito Santo como grande necessidade para os crentes. Tornou-se um grupo muito ativo em ambas as igrejas.


Alídio Flora Agostinho, um dos fundadores

Como era de se esperar, não pode ser tolerado muito tempo no seio da igreja e teve de sair e organizar-se, pretendendo ser mais um movimento que uma denominação. Teve que escolher um nome que o caracterizasse, o qual foi Igreja Evangélica Avivamento Bíblico, como se chama até hoje.
Santificação, poder para testemunhar o reavivamento das igrejas, era a ansiedade desses fiéis e corajosos irmãos, que não perdiam oportunidade de orar, estudar a Bíblia, e evangelizar. Muitos destes idealistas já estão com o Senhor e nos são de mui grata e saudosa memória. Dentre eles, destacamos os nomes de Francisco Antonio Barbosa, Pedro Soares MartinsVírgilio Conti, João PerseghinoMariana Perseghino, Joana BarbosaJosé Ferreira eCícero Faustino Inojosa. Dentre outros que pela benignidade de Deus ainda permanecem conosco, contamos com satisfação os nomes de Orestes Branquini e Antonio Lopes Muniz. Louvamos o Santo Nome do Senhor por essas vidas.
O que aconteceu antes
Quando jovem Mário Roberto Lindstron, candidato ao ministério metodista, veio para faculdade de teologia em 1945, encontrou os estudantes Taisuke Sákuma e Kinzo Uchida, ambos da Igreja Metodista Livre, que faziam seu curso no mesmo local, Kinzo foi o instrumento usado por Deus para pregar ao seminarista Mário, que estava insatisfeito com sua vida espiritual, a necessidade de buscar a “experiência de santificação e santidade”- doutrina pregada pelo metodismo antigo. Ele e outros colegas entregaram-se a busca de poder e santificação orando intensamente. Mário Roberto Lindstron encontrou então o que buscava: o batismo no Espírito Santo. Quando experimentou “a benção”, profetizou a conversão de seu pai (que se cumpriu plenamente) e ouviu a voz do Senhor, que o mandou pregar um avivamento na igreja.
Sendo ajudante das igrejas de Tucuruvi e Vila Mazzei, foi usado por Deus para anunciar a mensagem de despertamento, que foi aceita por muitos. Os irmãos avivados tiveram profundas experiências com o Espírito Santo e se tornaram poderosos na oração. No ano seguinte, 1946, vieram para a mesma faculdade os jovens Oswaldo Fuentes e Alídio Flora Agostinho. Cada um deles tem sua própria história a contar, mas ao fato de que, logo na chegada a faculdade, ao irem juntos com o jovem Mário Roberto orar a Deus, agradecendo pela boa viagem, o fogo de Deus se derramou abundantemente em todos eles. Ficaram então, como o colega Mário, marcados como os do “grupo”. Foram unidos nessa noite para a grande Obra.
Foi por isso que o 7 de setembro, desse mesmo ano permitiu o encontro dos irmãos do “grupo de clamor”, com estes seminaristas, no pátio da Escola de Profetas da Igreja Metodista, para fixarem o indelével propósito de continuar, sob qualquer circunstância, o movimento de avivamento espiritual. A obra era de Deus. Nascia o Avivamento Bíblico.
E depois...
Não podendo continuar no seio da igreja Metodista do Brasil, o grupo passou a se reunir fora, inicialmente na casa do irmão Edmundo Branquini e depois na humilde residência de um irmão, Lázaro Sansão, à Rua Floreal, 10, em Jaçanã. Para isso, ele separou uma pequena “área coberta de sapé”, anexa à sua casa. Foi escolhido o irmão Tertuliano Antunes como primeiro líder do “grupo”, enquanto os seminaristas continuavam na faculdade de teologia.
Em 1947, o seminarista Mário Roberto Lindstron foi descontinuado em seus estudos na faculdade e passou a liderar o “grupo”, que se tornava cada vez mais poderoso e unido. Oswaldo e Alídio ainda permaneceram aquele ano na faculdade, ao fim do qual deixaram de preencher o pedido para continuarem, e, desse modo, poder ficar ao lado do “grupo” e cumprirem sua vocação divina.

2ª Parte - As primeiras igrejas

Jaçanã, a primeira igreja

Aceitando a imersão como única forma bíblica de batismo, por mãos do Missionário Henry Jeffery, de saudosa memória, naquele tempo ligado à “Missionary Chapel of London”, no dia 15 de junho de 1947, nas águas do rio Cabuçu, que divide o município da Capital, de Guarulhos, nas proximidades da Vila Galvão, foram batizados quarenta e sete avivalistas, dentre os quais o seu líder, Mário Roberto Lindstrom. Dois meses depois, a 16 de agosto, o mesmo Missionário que presidiu a primeira assembléia da Igreja, na qual foi organizada a diretoria, e, também consagrou, além do pastor – o jovem Mário Roberto Lindstrom -, também presbíteros e diáconos, tendo sido então formado o que se chamou de “ministério” da Igreja.
Uma dezena de anos mais tarde a igreja de Jaçanã contava com doze congregações na Capital e duas no interior do Estado. Neste tempo, em dezembro de 1957, surgia o primeiro número do jornal Avivamento, que é o órgão oficial do Movimento.
Alta Sorocabana, Oeste Paulista
Data de 1948 o início do Avivamento Bíblico na Alta Sorocabana. Em 24 de novembro, em Presidente Bernardes, com um grupo de metodistas, alijados de sua grei por causa da experiência pentecostal, foi organizada a segunda Igreja. Nesta data, pelo pastor Mário Roberto Lindstrom, foi consagrado para exercer o ministério de pastor, o jovem Alídio Flora Agostinho, o segundo pastor, com apenas vinte anos de idade. Não tardou deu-se, a 16 de janeiro do ano seguinte, o primeiro serviço batismal, tendo sido batizados vinte e seis irmãos. Neste mesmo ano, com os irmãosVírgilio Rosa, Rahel Pereira Tangerino e sua tia Francisca Tangerino a obra de estabelecia em Presidente Prudente, a “Capital da Alta Sorocabana”.
O Movimento na Alta Sorocabana , cuja sede passou a ser Presidente Prudente, alcançou várias cidades da região, enquanto crescia e lançava raízes rumo a Mato Grosso e ao Paraná, de modo que, em dez anos, suas atividades, já abrangiam cerca de quinze qualidades.
Santo André, o grande parque industrial
Em 1954, com um trabalho de evangelização através de uma tenda de lona, ficou o Aviamento Bíblico estabelecido em Santo André – mais uma congregação do Campo de Jaçanã. O primeiro batismo se deu a 14 de novembro desse mesmo ano, sendo vinte e cinco o número de batizados. Não tardou muito, à vista do desenvolvimento do trabalho, foi consagrado a 8 de maio de 1955, em Jaçanã, para exercer o ministério pastoral o irmão Oswaldo Fuentes, então estudante de direito, o qual assumiu a liderança do novo campo.
Diversas vilas do grande centro industrial e alguns municípios vizinhos foram alcançados. No fim, dessa década que já estava estabelecido em mais de uma dezena de locais.
Por volta de 1954, ainda se estabeleciam, as congregações de Vila Nair, no Alto do Ipiranga, Capital e de São Caetano do Sul. Esta formada de um grupo de metodistas, liderados pelo Pastor Abraão de Oliveira, de saudosa memória; aquela, resultado de intenso esforço pelo Evangelista João Becatti, primeiro, levantando uma congregação e depois, realizando uma campanha evangelística através de uma tenda de lona.
O norte do Paraná
Sob a influência do movimento de evangelização por meio das “tendas de lona”, S. Paulo (Jaçanã e Vila Nair) e Santo André se uniram financeiramente para estabelecerem uma “Tenda da Salvação” bem no centro da florescente cidade de Londrina, a “Capital do Norte do Paraná”. Por este tempo, 1954, já havia um pequeno em Assaí, cidade pequena, não muito distante de Londrina. Para dirigir esse grupo tinha sido enviado o Pastor Domingos Roque de Pinho, que fora consagrado ao ministério pastoral a 7 de setembro de 1954, em Jaçanã.
O Pastor Mário Roberto fazia, com sucesso, na tenda de lona, a campanha de salvação e cura divina. O primeiro batismo, fruto desta empreitada evangelizante, se deu em 9 de outubro de 1955, quando foram batizadas 73 pessoas. Fixou-se, então, o Pastor Domingos em Londrina, onde se estabeleceu a sede do Movimento no Norte do Paraná.
Depois da campanha em Londrina, a “tenda” foi armada em Cornélio Procópio, e mais tarde em diversas outras cidades; também chegou a Curitiba. Destacou-se, neste ministério, o Evangelista Clóvis Nabarreto Rebesco, que se convertera em São Caetano do Sul.
Deste modo, no fim de 1959, no Estado do Paraná já havia mais de uma vintena de congregações, inclusive na Capital.

3ª Parte - O desenvolvimento da igreja

Décadas de 50 e 60
Antes de encerrar-se a década de 50, após treze anos de fundação, um balanço do Movimento indicava: seis igrejas (campos), formados por sessenta congregações e cerca de três mil membros. É bom lembrar que também dava os primeiros passos em Cassilândia ( Mato Grosso do Sul) e em Araraquara (S. Paulo), e havia lançado sementes na Bahia.
É deste período ainda, a realização de Convenções Gerais. Em janeiro de 1956, de 23 a 29, reuniu-se em Jaçanã, o que se chamou inicialmente, de “Primeira Reunião Geral de Obreiros”, e, depois de: “Convenção Geral”. Nesta reunião foi criado o órgão geral, chamado de “Conselho Nacional”. Mais tarde se chamou: “Conselho Diretor”, “Conselho Executivo”, e, por fim, “Conselho Geral”.
A década de 60 caracterizou-se por autonomia de diversas congregações e a batalha por um “estatuto único”. Em 1962 a Convenção Geral tornou-se pessoa jurídica, pretendendo representar todas as igrejas.

Em 1968, na Convenção Geral realizada em Santo André, ficou estabelecido o “estatuto padrão”, vinculando todas as igrejas à Convenção Geral. O final desta Convenção ficou marcado, profundamente, por uma extraordinária manifestação do Espírito Santo. Foi algo como um novo pentecoste, uma renovação especial do Espírito, pela qual os obreiros e demais participantes receberam poderoso impulso, para prosseguirem com novas forças.
Em Paranavaí, Paraná, em 1972, reuniu-se a XVIª Convenção Geral, que aprovou, em caráter definitivo o “estatuto único”. Deste modo, oficializou-se o governo centralizado, tendo sido estabelecidas as Regiões Eclesiásticas, com os Conselhos Regionais, eleitos nas Convenções Regionais; o ministério tornou-se itinerante e firmou-se o movimento de missões; ficou também fixado o “Dia Nacional de Missões do Avivamento Bíblico”, que coincide com a data da fundação do Movimento: 7 de setembro.
As regiões estabelecidas foram: Centro, compreendendo S. Paulo, Minas Gerais e Bahia; Oeste, compreendendo o Oeste do Estado de S. Paulo, Mato Grosso e Goiás, e , Sul, compreendendo Paraná, Santa Catarina e R. Grande do Sul. Além das regiões, foram reconhecidos os Campos Missionários: congregações distantes e diretamente ligadas ao Departamento Geral de Evangelismo e Missões.
Décadas de 80 e 90
Desde a Convenção de 1982, tem se fixado a idéia de “campo eclesiástico”, como unidade da Igreja, e assim seguiu-se esta década com grandes conquistas e avanços e o mais importante: o amadurecimento espiritual dos pastores e membros de nosso Avivamento; tanto na palavra de Deus; quanto ministerialmente e firmando-nos como denominação forte e sadia, baseada nos princípios bíblicos e eclesiásticos.
Acrescenta-se às demais vitórias as edições do nosso manual da Igreja Evangélica Avivamento Bíblico, livro este que contém as leis e diretrizes pelas quais o Avivamento se rege e se orienta; com definições claras do funcionamento da igreja, nos âmbitos local, regional e geral, bem como os privilégios, deveres e responsabilidades dos membros.
Trabalho esse realizado pelas diversas Comissões de Legislação e aprovado pelos avivalistas representado nas assembléias plenárias das Convenções Gerais que ocorrem quadrienalmente; consolidando o Sistema Eclesiástico da denominação.
De lá pra cá temos presenciado os frutos da transformação que o Espírito Santo tem feito na nossa querida Igreja; que como corpo de Cristo tem se sujeitado às ordenanças de Deus que nos vocacionou para orar e trabalhar por avivamento espiritual no Brasil e no mundo.
Novo milênio
Hoje o Avivamento Bíblico conta com igrejas implantadas em todos os Estados brasileiros. E mais além tem estendido as estacas, alcançando através da obra de missões os países de Chile, Uruguai, Paraguai e Argentina. Sabemos que há ainda muito por fazer, mas o Senhor Deus, dono da Terra, tem levado a grei avivalista a assumir sua posição.
Desde 2008, quando realizamos nossa Convenção Geral, várias mudanças administrativas foram implementadas, buscando ajustar nossa estrutura e proporcionar que nossos obreiros possam avançar em suas tarefas com maior abrangência de ação, a fim de que a Missão da Igreja seja completada e sua vocação continue sendo perseguida com o mesmo entusiasmo de sempre, que diga-se enfáticamente, desde sempre tem caracterizado nosso valoroso povo avivalista.
Convidamos você a juntar-se a nós e celebrar as maravilhas de Deus entre os homens na obra de Avivamento Bíblico.
Contamos com você!!!

No que cremos

As doutrinas aceitas como princípios de fé da Igreja Evangélica Avivamento Bíblico, têm como fundamento as Sagradas Escrituras do Antigo e do Novo Testamento , as quais contêm tudo o que é necessário para salvação e santificação dos crentes. A IEAB crê e prega fundamentalmente que:

I - há um só Deus vivo e verdadeiro, eterno, de infinito poder, sabedoria e bondade, criador e preservador de todas as cousas, visíveis e invisíveis; que, na unidade de sua divindade, há três pessoas de uma só substância, de existência eterna e igual santidade, justiça, sabedoria, poder e dignidade: o Pai, o Filho e o Espírito Santo.
II - o Filho, que é a Palavra do Pai, tomou a natureza do homem, no ventre da bendita Virgem Maria, reunindo assim duas naturezas inteiras e perfeitas: a divina e a humana para nunca serem divididas, para ser conhecido como Cristo, verdadeiro Deus e verdadeiro Homem, que sofreu , foi crucificado , morto e sepultado, para reconciliar-nos com o Pai e fazer expiação , não somente por nossa culpa atual, mas também pelo pecado original;
III - Cristo verdadeiramente ressuscitou dentre os mortos tomando outra vez seu corpo com todas as cousas pertencentes à perfeição da natureza humana , ascendeu ao céu e assentou-se à destra do Pai, de onde há de voltar para julgar os vivos e os mortos;
IV- o Espírito Santo, que procede do Pai e do Filho, é de uma mesma substância, majestade e glória com o Pai e com o Filho, verdadeiro e eterno Deus;
V - a Bíblia é a palavra de Deus, escrita por homens divinamente inspirados, sendo Deus seu verdadeiro autor;
VI - Jesus Cristo verteu seu sangue para remissão de pecados e regeneração dos pecadores arrependidos;
VII - a justificação é somente pela fé ;
VIII - a santificação do salvo é obra instantânea e progressiva do Espírito Santo, adquirida pela fé na livre graça de Deus , pela qual nosso homem completo é renovado segundo a imagem de Deus , pela qual morremos para o pecado e vivemos para a justiça;
IX - o batismo no Espírito Santo é uma experiência adquirível por ato definido de fé apropriadora por parte do salvo; sua evidência inicial é falar em línguas ou profetizar , como o Espírito Santo concede;
X - a cura divina e os milagres são também para os dias atuais como partes integrantes da obra expiatória de Cristo;
XI - o batismo bíblico é a imersão em água em nome do Pai , do Filho e do Espírito Santo, não como meio de salvação, mas como parte integrante da mesma;
XII - os dons espirituais são para a Igreja nos dias atuais como o foram para a Igreja primitiva, conforme I Cor. 12; Rom.12:6-8 ; Ef.4:11,12;
XIII - a ceia do Senhor é uma festa espiritual , em que os salvos, pelo uso sagrado do pão e do vinho comemoram juntos a morte de Cristo e perpetuam o sentido de sua morte até que Ele venha;
XIV - os planos de Deus para o sustento de sua obra são os dízimos e as ofertas. A lei do dízimo é anterior à lei mosaica , na qual foi cumprida e exigida; ela permanece como princípio neo-testamentário;
XV - a Igreja de Cristo é uma congregação de crentes batizados, associados uns aos outros na fé e comunhão do evangelho, observando as ordenanças de Cristo, governados por suas leis e exercendo dons e privilégios a eles concedidos por sua vontade e graça;
XVI - a segunda vinda de Cristo será de improviso, pessoal e pré-milenar;
XVII - haverá a grande tribulação;
XVIII - haverá o juízo perante o trono branco, e que haverá bem aventurança para os santos no céu e punição infindável para os ímpios.
Nossa Visão Visão descreve um status futuro de uma comunidade. Olhando para o futuro como se pode descrever a IEAB? A IEAB quer ser uma igreja para a cidade. Vemos uma igreja que cresce integralmente, ou seja, em quantidade e qualidade. Uma igreja composta de pessoas transformadas espiritual, emocional, moral, física e socialmente. Queremos ser uma igreja cuja adoração caracteriza-se por uma vivência devocional pessoal e coletiva da Presença de Deus. Queremos ser uma igreja plena no relacionamento com Deus e todas as pessoas. A IEAB quer ser uma igreja onde todos os crentes conheçam os seus dons e talentos dados por Deus e sirvam de acordo com eles de tal modo que todas as necessidades sejam supridas e os propósitos de Deus sejam alcançados na terra.Para concretizar sua visão, a IEAB possui uma missão. Enquanto a visão descreve um status futuro, a missão descreve a atividade permanente da igreja, isto é, o que a IEAB precisa fazer para se tornar a igreja descrita na visão. Para concretizar a visão a igreja tem uma missão. Nossa Missão Há várias denominações da igreja de Cristo no Mundo, e cada uma delas tem sua história e características próprias. Cremos que Deus assim permitiu para que através das múltiplas faces do seu povo, pudesse alcançar todos os tipos de pessoas: o rico e o pobre, o culto e o inculto, extrovertido e introvertido, o jovem e o idoso, o moderno e o tradicional. Cada igreja tem sua identidade e cabe a cada um adequar-se àquela que tenha por convicção, ter sido chamado por Deus para SERVIR nela, a ela e através dela. Trocar de denominação pode significar o aborto de um processo de desenvolvimento espiritual, como também o desvio de um propósito ministerial para onde Deus nos chamou, o que significa sair do centro da vontade de Deus, o que resultará em fracasso. Nós da IEAB temos por convicção que Deus nos chamou para a seguinte missão: EVANGELISMO E DISCIPULADO Texto: Mateus 28:19,20 O Mundo inteiro está debaixo de uma sentença de condenação eterna por causa do pecado. O desejo de Deus é de que todos sejam salvos e tenham a vida eterna, por isso enviou a Jesus Cristo paa morrer em nosso lugar e ordenou à sua igreja que leve esta boa notícia a todas as pessoas. Marcos 16:15,16. Evangelizar é apresentar o plano de salvação aos pecadores, deixando bem claro a necessidade de arrepender-se de seus pecados e, assim, receber a Jesus Cristo como seu único Salvador e Senhor. Discipular é acompanhar e contribuir para o crescimento espiritual da pessoa evangelizada. Por que devo ser um evangelista e discipulador? Pv. 24:11,12 / 1 Tm 2:3,4 / Rm 10:14 / Mt. 28:19 / 1 Co. 4:15 / At. 2:47 / Lc. 14:23 / Jo 15:16 O que pode acontecer quando não evangelizamos? Ez. 33:8 / Jo. 15:16;15:2;12:24 / Lc. 13:9 Método de Evangelização? Curso Vida Abundante RECEBENDO A CURA INTEGRAL Texto: 1 Tessalonicenses 5:23 O pecado trouxe conseqüências terríveis para o homem em seu espírito, alma e corpo, por isso o homem sente um vazio interior. Seus sentimentos, desejos e pensamentos estão corrompidos e seu corpo serve ao pecado e sofre enfermidades. Deus nos quer totalmente sãos. A cura no espírito se dá através do novo nascimento (Jo. 3:4-8) onde tudo se faz novo (2 Co. 5:17). Na alma, a cura se dá no intelecto,nas emoções, e na volição pela renovação da mente (Rm 12:1,2; 1 Co. 2:16) que na prática implica em substituir os valores antigos pelos valores de Deus (Sl. 1:1,2); pela confissão (1 Jo. 1:9; Tg. 5:16) e liberação de perdão (Mt. 6:14,15; 18:35). Por fim, a cura no corpo pode se dar pelo domínio próprio (1 Co. 9:27), oferecendo cada membro ao Senhor como instrumento de Justiça adquirindo novos hábitos (Rm. 6:12,13). Poderemos ser curados de nossas efermidades ainda sendo ministrado pela imposição de mãos (Mc. 16:17,18) e com a unção com o óleo em Nome do Senhor (Tg. 5:14). VERDADEIROS ADORADORES Texto: João 4:23,24 O projeto eterno de Deus é o de ter uma família com muitos filhos que vivam em santidade e justiça, semelhantes ao seu filho Jesus Cristo. Que reflitam o seu amor e sua glória sobre toda a criação, e que esses filhos O louvem e O adorem como fruto do amor, com base naquilo que Deus é e pelo reconhecimento por aquilo que Ele faz, tão grande salvação. Lc. 1:68-75 A verdadeira adoração é aquela apresentada pelo crente espiritual, ou seja, aquele que nasceu de novo (Jo 3:6,7), que adora a Deus em espírito e em verdade (Jo. 4:23,24). O verdadeiro adorador tem um novo coração, disponível, sensível, obediente e inspirado. O verdadeiro adorador apresenta o melhor da sua oferta para Deus (Mal. 1:8), de modo que ele mesmo é recebido por Deus bem como a sua oferta (Gn. 4:4). Somente aqueles que nasceram de novo são aceitos na adoração a Deus, pois se tornaram filhos de Deus. COMUNHÃO COM DEUS Texto: Romanos 5:18-11 Deus não é uma força impessoal, energia ou a própria natureza. Nosso Deus é uma pessoa e se revela como um Pai amoroso que deseja se relacionar com seus filhos em amor. A finalidade e a verdadeira realização de nossa vida está em glorificarmos a Deus e termos com Ele comunhão. O pecado afastou o homem de Deus, o seu criador, mas através de Jesus Cristo ele nos reconciliou com Ele e nos proporcionou a benção da comunhão. Ao entrarmos nesse relacionamento devemos agora cultivá-lo. Os elementos da comunhão com Deus são: Familiaridade (não se pode admitir um filho que não tenha familiaridade com seu pai, igualmente o estado normal do homem deve ser a familiaridade com Deus, que é Pai - Sl. 25:14), Semelhança (a Biblia ensina que Deus está em todas as partes do universo - Sl. 139:7-10 - contudo, alguns experimentam a Sua proximidade e outros não, dependendo de sua semelhança moral com Ele) e Atitude Receptiva (a comunhão envolve uma atitude receptiva dentre as pessoas que se comunicam; é a atitude de se ouvirem e se compreenderem mutuamente). COMUNHÃO COM OS IRMÃOS Texto: Efésios 2:19 A vida cristã não é vivida isoladamente, mas sim em um conjunto. Existem algumas figuras que são usadas na Bíblia que falam desse aspecto, somos chamados de Família e Corpo (1 Co. 12:12-27). Ao tornar-me crente, uno-me aos demais membros formando um corpo: a igreja. Todos temos carências naturais, pois fomos criados para relacionarmos com Deus e com o próximo, precisamos compartilhar nossas necessidades, devemos nos identificar com os sentimentos dos outros irmãos e sermos edificados e fortalecidos através dos irmãos no exercício dos dons. O Isolamento é mortal para a fé do cristão. A comunhão no Avivamento Bíblico é praticada através das células onde um grupo pequeno se reúne para edificação mútua e suprimento das diversas necessidades; também através da EBD (Escola Bíblica Dominical), eventos e na celebração da fé. Desenvolvendo assim a unidade do povo avivalista expressa numa só linguagem e visão. SERVINDO ATRAVÉS DOS DONS Texto: Mateus 24:45,46 Os dons espirituais constituem assunto de grande relevância para a igreja. O interesse na compreensão, descoberta, busca e uso apropriado dos dons espirituais está baseado em três pressupostos principais: a) Todo cristão tem um papel a cumprir na igreja (Mt. 24:45,46). b) Há uma expectativa de Deus em relação ao seu povo frutificar (Lc. 13:6-9; Mt. 21:43). c) A tarefa do cristão é sobrenatural e, portanto, só poderá ser cumprida com capacitação sobrenatural (2 Co. 3:5,6; Ef. 4:12). Deste modo, pessoas comuns desempenham tarefas especiais. SERVINDO COM OS BENS Texto: Malaquias 3:10, Ageu 2:8 A igreja não é como uma empresa que tem como finalidade obter lucro financeiro, mas ela utiliza-se do recurso financeiro como um meio através do qual os projetos da igreja são implementados. A igreja é uma grande família que, assim como a nossa e tem um custo operacional, possuindo uma série de despesas e necessidades tais como: água, luz, telefone, aluguéis, equipamentos de som, material de limpeza, material de escritório, material de educaçao, construção, reformas, sustento de obreiros, etc... O suprimento de todas as necessidades é proveniente dos membros que voluntariamente contribuem com dízimos e ofertas regularmente. As contribuições no Avivamento Bíblico são feitas através do Dízimo (entregues nas celebrações da semana em envelopes para este fim) e oferta (conforme a quantia que propôs no coração).

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